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Cidades Inteligentes: o que são?

Atualizado em 07/12/2021
Tempo de leitura: 3 min.

As cidades inteligentes são planejadas de uma forma estratégica para que as interações que acontecem ali sejam organizadas, equilibradas e sustentáveis, favorecendo a qualidade de vida dos cidadãos e descomplicando a gestão pública.

Nem todas as cidades seguiram um planejamento para serem construídas. Na maioria das vezes, os centros urbanos se formaram a partir da aglomeração de pessoas, sem qualquer critério para garantir um desenvolvimento adequado para esses espaços. 

Como resultado, temos estruturas que não conseguem atender as necessidades da vida moderna, prejudicando a qualidade de vida nos centros urbanos e, ao mesmo tempo, gerando grandes impactos naturais em função da produção de resíduos e do consumo de recursos naturais e energia. 

É possível reverter esse quadro com as cidades inteligentes, um conceito que visa oferecer melhores condições de vida para os cidadãos de um modo geral. Neste artigo você vai entender esse conceito e a importância que ele tem. Acompanhe!

O que é uma cidade inteligente?

As cidades inteligentes, ou smart cities, são aquelas que planejam a melhor forma de as pessoas interagirem entre si usando, também, serviços, materiais e energia em prol de um desenvolvimento econômico equilibrado e sustentável, com foco na melhoria da qualidade de vida. 

É utilizado o termo inteligente porque as interações visam utilizar todos os recursos da cidade de uma forma estratégica. Assim, a infraestrutura dela, a comunicação, os serviços e a informação são planejados e geridos de modo a atender as necessidades da sociedade, envolvendo aspectos econômicos e sociais. 

Hoje, existe a movimentação de um mercado global que desenvolve soluções e tecnologias para colocar o conceito de smart city em prática. Assim, é possível repensar aquelas que já estão estruturadas e também criar novas cidades a partir do zero, já implementando esse conceito e estratégia.

Quais são os tipos de cidades inteligentes?

As cidades inteligentes podem ser classificadas de acordo com a abordagem que elas envolvem. Existem as smart cities bottom-up, ou seja, de baixo para cima, e as smart cities top-down, ou de cima para baixo. A seguir, explicamos com mais detalhes essas classificações.

Bottom-up 

As cidades inteligentes com abordagem bottom-up são aquelas que fazem a integração de diferentes ferramentas e recursos em uma plataforma, a qual permite fazer um gerenciamento mais eficiente de todos os serviços. Esses recursos integrados são, por exemplo, câmeras de monitoramento, sensores e redes sociais.

Mesmo os cidadãos podem opinar a respeito das abordagens adotadas na cidade para que as ações promovidas sejam mais eficientes. Logo, todas as decisões são baseadas no pensamento e nas atitudes dos próprios usuários, buscando a melhor adaptação.

Top-down

Como você deve ter percebido, com a abordagem anterior é possível fazer a adaptação das estruturas e serviços de uma cidade que já existe, conforme as necessidades e demandas que são percebidas pelas próprias pessoas, que participam das decisões. 

É diferente do que acontece na abordagem das cidades inteligentes top-down. Aqui, as smart cities são criadas a partir do zero. Desde a sua estrutura inicial elas trazem uma estratégia pensada para trabalhar em favor da própria cidade. 

Um exemplo de smart city com abordagem top-down é a cidade de Songdo, na Coreia do Sul. Toda a estrutura dessa cidade foi planejada e projetada para que ela fosse inteligente a partir do momento da sua criação e construção.

Por que as cidades inteligentes são necessárias?

Tanto a abordagem bottom-up quanto a top-down é adotada com o objetivo de tornar as cidades mais sustentáveis, agradáveis, organizadas, limpas e acessíveis. As smart cities são necessárias para garantir o melhor aproveitamento de espaço e recursos, com qualidade de vida para todos. 

É preciso considerar que os centros urbanos continuam crescendo. Com isso, existe uma demanda cada vez maior por espaço, recursos, serviços, estruturas, entre outros aspectos que compõem a vida nas cidades. 

Em função dessas inúmeras interações entre todos os agentes, é fundamental que cada processo aconteça de uma forma ágil, eficiente e organizada. A cidade precisa atender as necessidades dos cidadãos e, ao mesmo tempo, possibilitar uma gestão pública descomplicada e assertiva.

Logo, o planejamento dessas interações e a adoção de tecnologias e soluções que permitam uma interação mais equilibrada é essencial para que as cidades funcionem e sejam um lugar melhor para se viver. Essa é a proposta das cidades inteligentes. 

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